@puraintensidade começou uma história com uma foto para inspirar os leitores a continuar o conto, acesse o blog e participe.
Estávamos sem luz no quarteirão desde a tarde, quando um velho e conhecido transformador abriu o bico. Os meninos já haviam dormido e tínhamos cochilado no colchão reserva no quarto deles. Despertei com o corpo colado ao dela em conchinha, e comecei a acariciar suas pernas e beijar seu pescoço.
- Vamos pra nossa cama – sussurrou
- Ehehe, vamos, eu não quero ser responsável por eles terem de fazer análise por que pegaram a gente transando no quarto deles.
Ela pegou os travesseiros e foi para o quarto enquanto eu fui ao banheiro mijar. Ao chegar no quarto ela estava nua, inclinada na janela olhando a escuridão lá fora e as luzes do quarteirão vizinho ao longe. Me encaixei atrás dela e falei.
- Hmmm, aqui a gente nunca fez…
- E nem vai fazer, imagina se a luz volta com a gente aqui na janela
- Bah, cade o seu espírito de aventura?
- Tá ali na cama, vem.
Se jogou na cama e se ajeitou nos travesseiros, eu a segui ajoelhando na cama e deslizando a mão pelo pé dela, subindo pela perna até a boceta. Fiquei ali ajoelhado ao lado dela, observando ela começar a gemer e se aninhar enquanto eu a masturbava. Sem tirar a mão do seu clitóris baixei o meu shorts e cheguei meu corpo para perto da sua cabeça. Ela não vacilou e abocanhou imediatamente a cabeça do meu pau, enquanto se acomodava melhor para deixar meus dedos entrarem nela. Apoiou o cotovelo na cama para segurar a cabeça na altura do meu pau e deixar mais fácil o vai-e-vem e eu voltei meu dedo para o seu grelo, massageando de cima para baixo e as vezes mergulhando na boceta para molhá-lo mais. Com o pau na boca e meu dedo no clitóris não demorou muito para que o gozo viesse.
E hoje a gente sabe que eram 22:13 no relógio, porque foi quando aconteceu.
Sem parar os movimentos nem tirar da sua boca, comecei a ouvir um burburinho da rua. Olhando pela janela vi que as luzes do outro quarteirão estavam oscilando. Voltei a olhar para ela (a visão de um orgasmo feminino não é algo que se desperdice) e continuei a tocá-la enquanto ela deixava meu pau escorregar para fora da boca e gemer com os últimos espasmos do gozo.
Olhei pela janela novamente, agora não havia mais nada acesso, reinava a escuridão.
- Viu o que você fez? – perguntei sorrindo
- Ahnnn? – disse ela, abrindo os olhos. Claro que não tinha visto nada.
- A luz do outro quarteirão apagou durante o seu gozo. Acho que foi por sua culpa.
- Ahahahahah, sério?
- Sim, durante o clímax oscilou e apagou.
- Ahahahaha. Desculpa Aí! – riu, me puxando pra cima dela e me encaixando entre suas pernas – Mas agora sou eu quem está acesa.
O cacete entrou facilmente na boceta molhada. Deixei meu corpo pesar sobre ela enquanto a fodia, minha boca mordiscando o seu pescoço.
- Espera – disse, me empurrando para fora dela – Quero de quatro.
Virou-se de bruços, puxando um travesseirão para debaixo do corpo e apoiando a cabeça contra a cama, deixando a bunda convidativa para cima. Endireitei o corpo de joelhos e deslizei novamente para dentro dela.
Tentei cadenciar os movimentos devagar, mas essa não era a idéia dela.
- Mete tudo, porra… – gemeu, empurrando a bunda para trás
Não consegui mais me segurar, agarrei suas ancas e bombei rápido e forte, até o fundo, sem parar até jorrar dentro dela. Me abandonei sobre o seu corpo, beijando seu pescoço enquanto deixava o pau amolecer dentro dela.
Deitei ao lado dela e ficamos nos acariciando, comentando que o reparo no nosso transformador deveria ter causado algum problema no outro quarteirão, e adormecemos ali
Hoje de manhã indo para o trabalho eu soube da extensão do apagão. Logo depois trocamos o seguinte papo pelo messenger:
eu: Você apagou o Brasil todo…
ela: pois é
ela: :-O
eu: que coisa
ela: fiquei bolada
ela: hahahahah
eu: ahahahah, poderosa!
ela: agora eu sei exatamente a hora do meu orgasmo
ela: hahahahahah
ela: ontem as 22h13min eu estava tendo um orgasmo
eu: ehehehehe
Desculpem aí, a gente vai tentar não provocar mais nada assim de novo, mas não dá pra prometer….
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- Vai me levar em casa?
Achei que ela estivesse cochilando no meu ombro.
- Hoje não vai dar – falei olhando o relógio – essa porcaria de ônibus demorou a beça e se eu descer contigo perco o último pra minha casa.
- Tá bom… – disse ela num ronronar preguiçoso, esfregando os cabelos cacheados contra o meu pescoço. – é que tá um friozinho e eu tô com saudade.
Puta que pariu, ela com vontade hoje e eu vou perder a chance de uns sarros na garagem da casa dela por causa de uma merda de motorista deitão. Tarde da noite, quase ninguém no ônibus nem na rua e ele dirigindo como se estivesse na auto-escola. Lá atrás o trocador sem nada a fazer já tinha emborcado. Bom, vamos ver o que dá pra fazer aqui.
Escorreguei a mão direita por baixo da camiseta dela, alisando de passagem a barriga até alcançar a parte de baixo dos seus seios. Fiquei algum tempo ali, acompanhando as curvas de um seio para o outro. O ronco do motor e o sacolejar do ônibus não me deixaram notar se ela suspirou ou se aninhou mais, mas como não tirou a minha mão do lugar, estava no jogo. Aproveitando que ela vestia uma jaqueta que escondia o que se passava por debaixo da camiseta, minha mão agarrou um dos seus seios e sentiu pela dureza do mamilo o quanto ela estava com saudade. Ela inclinou a cabeça para trás e sua boca começou a beijar meu pescoço de leve, enquanto eu brincava com o mamilo.
-Anda logo, já vai chegar no meu ponto – sussurrou, enquanto desamarrava o cadarço da saia cigana
Não havia mesmo muito tempo para preliminares. A mão fez o caminho inverso sob a camiseta e pegou o desvio por baixo da saia e da calcinha, sem escalas até os dedos alcançarem o clitóris. O beijo no pescoço se transformou num leve chupão enquanto ela ajeitava os quadris e abria as pernas. Deixei o dedo médio descansar sobre o grelo enquanto o ônibus velho passava por uma rua de paralelepípedos, truque aprendido em outras noites.
- Pára de gracinha, hoje não dá temp…- um suspiro substituiu o final da frase porque nesse momento eu deslizei o dedo com força para baixo, escorregando pelos lábios já úmidos para dentro dela
- Fica quieta e aproveita – falei inclinando a cabeça, fechando os olhos e colando os lábios na sua boca.
Enfiei o dedo o quanto pude naquela posição e trouxe-o para fora para lubrificar o clitóris. Ficava ali como num jogo de gato e rato, dedilhando o grelo um pouco e então mergulhando-o de novo para dentro da boceta, enquanto chupava seus lábios e sua língua. De tempos em tempos abria os olhos para observar suas expressões e marcar a posição do ônibus. Quando faltavam umas cinco ruas para chegar aonde ela desceria acelerei os movimentos circulares sobre o clitóris e duas viradas de esquina depois o corpo dela chegou ao fim da viagem, suas pernas se fecharam apertando a minha mão enquanto ela mordia o meu lábio inferior.
Ficou ali arfando, rosto encostado no meu, aparentemente esquecida de onde estava. Puxei minha mão para fora da saia e me endireitei no banco.
- É melhor você ajeitar a saia, estamos chegando.
Ela abriu os olhos como se tivesse ouvido um despertador tocar às seis da manhã e olhou pela janela.
- Porra…
Amarrou rapidamente o cadarço da saia, puxou sua a mochila que estava no chão e levantou-se rapidamente para puxar a corda do sinal enquanto o ônibus fazia a última curva antes do ponto dela.
- Amanhã você me leva em casa, nem que a gente tenha de matar a última aula. – disse ao se inclinar para me beijar.
Caminhou para a saída enquanto o ônibus freava. Chamei o seu nome. Quando ela olhou, curiosa, toquei o lábio com o dedo e mandei um beijo. Ela só não corou porque já estava afogueada, me mandou um olhar que dizia “Amanhã eu te pego” e desceu do ônibus.
Inspirada por http://ferafelina.wordpress.com/2009/11/06/bus/
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Minha idéia era além de escrever aqui, postar fotos também… mas para deixar este blog aqui mais acessível (é, pra você que quer ler sacanagem no trabalho sem que os outros percebam) abri um outro para fotos, desenhos, pinturas, etc… então dêem boas vindas ao irmão Olhar não tira pedaço.
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Vamos ver como isso funciona… BlogBlogs.Com.Br
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Essa internet não presta, só tem sacanagem. Acabei de descobrir o http://ijustmadelove.com/ , onde você marca no mapa onde foi e pode deixar comentários, e o site marca com icones das posições, se foi com camisinha, dentro ou fora de casa, etc…
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Escrevendo o primeiro post eu cheguei a um ponto onde a protagonista do conto ia para os finalmentes e se protegeu, na situação dela era algo simples de inserir no texto e mandatório pela situação. Mas tem gente que não gosta da interferência do latéx na sua fantasia enquanto outros não perdoariam nem se ela estivesse de férias com o marido de 10 anos numa praia deserta no Caribe e não usasse. Já vi gente reclamando de filmes pornôs onde os performers usam camisinha e gente reclamando de filmes onde eles não usam. Diga aí: já que na vida real é camisinha sempre, como você acha que deve ser na fantasia?
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Hmmm, ainda tenho que aprender a trabalhar com esses temas e escolher um que combine com o conteúdo. Se segurem aí que as coisas podem mudar um pouco.
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it’s never as good as the first time - Sade (não o marquês, a cantora)
O palco já estava pronto quando eles chegaram, pois ela havia preparado tudo antes de sair. Nada muito rebuscado, velas aromáticas ou CD romântico no player: nada disso seria necessário mesmo, apenas uma meia-luz deixada acesa estrategicamente para guiar o caminho da porta até o quarto e um lençol bem gostoso na cama para servir de ninho pelas próximas horas.
Ela quase se sentia culpada por protelar um sexo que já prometia ser quentíssimo desde o primeiro beijo na pista de dança na semana anterior, mas havia prometido a si mesma quando ficou solteira novamente que a próxima primeira vez seria perfeita nos seu termos. Precisou de alguns banhos frios durante a semana para resistir à tentação de ligar para ele e mandar que ele viesse comê-la naquele momento, mas o esforço ia valer à pena.
Ele fez alguma tentativa desajeitada de ser cavalheiro enquanto ela fechava a porta e com isso foi colhido em cheio pelo corpo dela a se virar na ponta dos pés. A reação de segurá-la lhe pareceu instintiva mas ia de acordo com o script, deixando-a livre para agarrar o pescoço dele e sair do chão, enquanto seus lábios colavam nos dele num beijo tão molhado quanto a previsão do clima para o sul do corpo dela.
Depois de algum tempo ela relaxou o abraço, fazendo seus pés tocarem novamente o chão e interrompendo o beijo. “Vem” foi a única palavra que ela pronunciou ao segurar a mão dele e levá-lo para o quarto. Ainda no final do corredor ela o largou e com um gesto suave deslizou as alcinhas do seu vestido para fora dos seus ombros, deixando que a gravidade fizesse o resto do serviço. Sem olhar para trás continuou caminhando até o quarto, desceu das sandálias ao chegar à cama e só ao se deitar olhou novamente para ele.
O olhar vidrado e a boca entreaberta poderiam ter causado risadas em outros espectadores, mas a visão do desejo dele por ela naquele momento foi o estopim para a explosão dos fogos. Deitada de costas ela fechou os olhos, entreabriu as pernas e delizou a mão direita para dentro da calcinha, enquanto a outra buscava o seu seio esquerdo. Ela sabia que não teria de trabalhar sozinha por muito tempo, e segundos depois duas outras mãos nervosas e uma boca ávida se juntaram ao jogo.
Ainda de olhos fechados ela se deliciava com a sensação de ter despertado o bárbaro, seu corpo sendo explorado sem oferecer quase nenhuma resistência, cada centímetro da sua pele recebendo a atenção que merecia. Quando sentiu as mãos dele dos lados do seu quadril quase arrancando a calcinha ela sentiu um pequeno tremor no seu corpo, mas não chegou nem perto do terremoto que veio a seguir quando ele mergulhou entre as suas pernas e separou os lábios da sua boceta com a língua, subindo até o clitóris.
Ela deixou que ele a saboreasse por mais alguns momentos antes de puxá-lo pela cabeça para que ele subisse sobre ela. Enquanto sentia o seu próprio gosto no beijo que ele lhe dava, deslizou uma mão para baixo do corpo dele até o membro duro que já preparava a investida para dentro dela. Segurando com força ela soltou um leve suspiro de satisfação, como que aprovando a dureza e o tamanho. A outra mão alcançou a mesinha de cabeceira e pegou o terceiro item preparado antes de sair: a camisinha. Interrompendo o beijo rasgou a embalagem da camisinha com os dentes e colocou-a no lugar, sem dar tempo a argumentos.
Deslizando a mão ao redor do corpo dele agarrou firmemente as nádegas e exerceu sua última decisão da noite, puxando-o de uma vez para dentro dela. Gozou na hora, deixando um gemido escapar pelos dentes. Se sentia indo e voltando para a cama, seu corpo abandonado sob o corpo dele, deixando que ele tirasse o que quisesse daquele coito. Suas mãos vagavam pelo corpo dele em total falta de sincronismo com as estocadas fortes dele. Seus lábios se abriam para dar passagem a língua faminta dele, sentia seus seios sendo amassados contra o peito dele, mas tudo isso sumia em ondas de choque que começavam entre as suas pernas e irradiavam pelo seu corpo a medida que outros orgasmos vinham.
Só voltou a prestar atenção ao corpo dele novamente quando sentiu que ele começou a se retesar. Abraçou-o forte, deslizou a língua para dentro da boca dele e sentiu o membro atingir a maior profundidade da noite enquanto ele gozava. Ele interrompeu o beijo em busca de ar enquanto ainda bombava dentro dela, colando os dois rostos.
Ela deixou uma lágrima escorrer. Havia sido perfeito como ela queria. E não há como bater a perfeição: nunca mais seria como dessa vez e ela sabia disso. Esfregou o rosto pelo rosto dele para que ele não percebesse a lágrima e se deixou beijar o quanto ele quis.
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