A corrida do taxi foi bem mais calma e silenciosa do que a primeira. Ela se acomodou no banco, tirou os sapatos e colocou os pés sobre o meu colo. Fiz uma massagem distraída neles enquanto olhava pela janela o movimento da Lapa ficar para trás na madrugada. Ficamos quietos a maior parte da viagem, fazendo comentários casuais sobre o avançado da hora, o calor e a noite estrelada.
Chegamos ao prédio, entramos na portaria e caminhamos até o elevador em silêncio. Entramos, eu a abracei e ficamos ali nos beijando, sem apertar o botão do nosso andar. Pressionei-a contra o espelho e apertei um dos seios, sem parar de beijá-la. Ela esticou a mão até o painel, pressionou o botão e me puxou pelo pescoço mais para perto, enquanto mordia meus lábios. Ignoramos a chegada no andar por alguns segundos enquanto continuávamos o beijo, até que abri a porta e puxei-a para o corredor.
Andamos até perto da nossa porta, mas antes que eu colocasse a chave na fechadura ela me puxou e recomeçou a me beijar, agora me empurrando contra a parede. Sua boca não ficou muito tempo nos meus lábios, logo começou a descer pelo meu queixo, pescoço, e peito. Ela se ajoelhou na minha frente ali no corredor e abriu o meu ziper, soltando o meu cacete completamente duro. Abocanhou-o de uma vez, sem nenhuma cerimônia: aquilo não era um oral recreativo, ela estava ali só para me preparar. Seus lábios deslizaram para cima e para baixo por todo o comprimento dele deixando-o muito molhado. Quando ela achou que era o bastante levantou-se, virou-se de costas para mim e se apoiou na outra parede do corredor, empinando a bunda.
- Vem – sussurrou, sem olhar para mim.
Levantei o seu vestido e só puxei a calcinha para o lado antes de pressionar a cabeça do pau contra a sua boceta. Molhados como estávamos deslizei facilmente para dentro dela, arrancando um gemido forte. Agarrei-a pelos cabelos e pelas ancas e comecei a socar com força o pau dentro dela. O tesão era enorme mas o calor e o ziper ao redor da base do cacete me distraiam.
- Vamos continuar lá dentro, quero sentir você nua – eu disse sem parar as estocadas.
- Não… eu… quero aqui… não para.
Acelerei mais ainda os movimentos, meu corpo se chocando contra ela com força a cada investida, as duas mãos nos quadris dela cadenciando a foda. Não demorou muito até o tesão ficar incontrolável e logo eu estava gozando dentro dela, a xota ordenhando minha porra a cada espasmo de gozo.
Nos endireitamos e entramos em casa. Tudo escuro e em silêncio, os meninos dormiam com a avó no quarto deles. Ela foi ao banheiro enquanto eu ia até o quarto e pegava nossas roupas de dormir. Ao chegar ao banheiro ela já estava nua, passando as mãos de leve pelo corpo diante do espelho.
- Você aguenta mais? – perguntou com uma carinha de safada, enquanto eu tirava a minha roupa
Sorri para ela e fiz sinal de afirmativo com a cabeça, enquanto acabava de me despir. Meu pau a meia-bomba mostrava sinais de querer se reanimar novamente. Envolvi seu corpo agora com calma, a pica roçando contra a sua pele, as mãos deslizando por todo o corpo enquanto beijava o rosto e a boca de leve. Abracei-a fortemente, agarrando suas nádegas com a mão e levantei-a, colocando-a sentada sobre a bancada da pia, sem parar de beijá-la. Agarrei o meu pau com força e comecei a esfregá-lo na entrada da boceta melada. Ela me envolveu com os braços e as pernas e me puxou para ela, fazendo o pau agora já completamente duro penetrá-la de uma vez. Minhas mãos livres vagavam pelo corpo dela, acariciando e arranhando, apertando os seios, puxando os cabelos. Cadenciava meus movimentos alternando calma e pressa, agora sem urgência para gozar dava a ela o que sentia que o seu corpo pedia: as vezes movimentos fortes e profundos, outras vezes deslizava lentamente todo para fora dela e voltava a mergulhar fundo dentro do seu sexo. Era a vez dela gozar e ela se aproveitou disso algumas vezes.
- O que você mais queria ter visto hoje que não viu? – perguntou
Continuei metendo nela
- Você beijando e caindo de boca na ruiva, quando ela estava na cama, de pernas abertas.
Ela me beijou com força e gemeu
- Hmmmm, ia ser bom… mas tinha muita gente.
- Eu protegia a sua retaguarda, enquanto você beijava ela ali, de bunda pro alto.
Ela sorriu pra mim
- Adoro quando você protege a minha retaguarda…
Me empurrou para fora dela, desceu, virou-se apoiando os braços sobre a bancada e empinou a bunda
- … que nem agora… vem proteger, vem.
Comi sua boceta mais um pouco ali, batendo de vez em quando na sua bunda. Ela continuava falando sobre a noite:
- Ia ser bom… ter ela ali na minha frente… e você atrás de mim… ia te deixar pôr onde quisesse…
Mensagem aceita: tirei o pau de dentro da sua boceta, passei bastante saliva na minha mão e com ela lambuzei a entrada do seu cu e a cabeça do pau. Pressionei a pica conta a porta traseira. Com um pouco de esforço o pau foi lentamente penetrando o ânus.
- Devagar! – ordenou ela. Continuei com calma até estar todo dentro dela. – Agora fica assim, parado.
Ela abandonou o corpo sobre a bancada enquanto deslizava uma das mãos até o clitóris. Com minha rola toda enfiada na bunda ela começou a se masturbar freneticamente. Eu sabia que ela não ia durar muito fazendo aquilo e fiquei só observando até começar a sentir o meu pau ser apertado com força pelo seu ânus, enquanto um forte orgasmo tomava conta do seu corpo e a sacudia toda. Acariciei suas costas quando o gozo acabou, saí de dentro dela, virei-a e a abracei forte, beijando sua boca.
Entramos no chuveiro em silêncio e nos lavamos com calma, um ensaboando e enxaguando o outro. Nos secamos, colocamos a roupa de dormir e fomos para o quarto nos deitar.
Eram quase cinco horas da manhã. Com o ar condicionado ligado abracei-a por trás sob o edredon. Como não havia gozado no banheiro já estava recuperado para outra. Ela notou isso ao me sentir crescer pressionando sua bunda.
- Quer mais – perguntou sussurrando
- Quero – respondi bem perto do seu ouvido
- Eu também – disse, enquanto abaixava o shortinho
Baixei o meu short e me encaixei nela. Foi um transa de casados. Um fazer amor de conchinha, como já havíamos feito incontáveis vezes. E foi completamente novo. Gozamos e dormimos abraçados.